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DIMUS destaca exposições que retratam a cultura africana durante o mês da Consciência Negra

Publicação: 04/11/15 | 11H11 - Última Atualização: 04/11/15 | 11H11

Em comemoração ao mês da consciência negra, a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) relembra a importância da valorização afrodescendente destacando exposições que retratam a sua cultura, que podem ser vistas no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho).

mostra África (3)_m

Exposição “África”

A exposição “África” conta com fotografias de regiões urbanas e rurais da Libéria e da Guiné, capturadas pelo arquiteto pernambucano Cássio Nogueira. Através das imagens, o público tem a chance de aprender sobre o cotidiano de pequenos vilarejos e capitais, famílias, trabalho, lazer, arte, tradições, comércio, e uma série de recortes sobre a vida e a realidade dos locais capturados pelo fotógrafo. A mostra é formada por um conjunto de 80 imagens produzidas entre 2008 e 2012, e pode ser conferida até o dia 15/11.

Exposição Arte Africana  - ft. Lazaro Menezes (19)

Foto: Lazaro Menezes

Coleção de Arte Africana

O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

Coleção Emilia Biancardi ft. Lazaro Menezs (37m)

Foto: Lazaro Menezes

 

Instrumentos Musicais Tradicionais Africanos e Afro-Brasileiros da Coleção Emília Biancardi

Instrumentos musicais tradicionais de corda, sopro e percussão são encontrados em todo o mundo, em diferentes épocas e culturas. Através de pesquisas históricas, iconográficas e etnomusicais é possível conhecer a trajetória dos instrumentos, suas origens, transformações adaptativas e modernizações.

O recorte direcionado aos Instrumentos Musicais Tradicionais Africanos e Afro-Brasileiros destaca o berimbau, que é o instrumento mais característico da Bahia. Esse instrumento monocórdio de arco e corda tem antepassados milenares em vários países. É composto por um arco de madeira vergado com uma cabaça cortada na parte inferior e uma única corda de arame tensionada, que é percutida por uma vareta de madeira acompanhada de um caxixi (pequeno chocalho de palha ou vime trançado com alça para segurar). Um dobrão (moeda, pedra roliça ou ruela de metal), segurado na altura da cabaça, ao tocar a corda interfere na vibração, dando ao som, timbres diferentes. Para a maioria dos estudiosos, o berimbau atual é de origem africana banto. Há registros de seu uso no Brasil, pelos afrodescendentes, nas ruas (vendedores ambulantes e pedintes) e nas festas populares sendo, depois, incorporado à roda de capoeira. Permanente.

Novembro é considerado o mês da consciência negra devido ao dia 20/11, que foi escolhido para representar a luta e a representação dos negros no Brasil em homenagem ao líder Zumbi dos Palmares, que morreu nesta mesma data.

 

Centro Cultural Solar Ferrão

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador

(71) 3116- 6743

O Solar Ferrão integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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