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Coletânea 5

“A Bahia é o estado brasileiro com a mais forte herança Africana. A Salvador de hoje é a capital do Atlântico Negro, uma cidade que tem mais em comum com New Orleans ou Kingston do que com Brasília. A história das colisões culturais é extravasada na música baiana em um nível profundo. Reggae, dub e hiphop se tornaram centrais no som da Bahia, e os links para a "cultura dos graves" global se encontra nessas profundas conexões.

As batidas graves contagiantes estão no DNA da Bahia. O Candomblé – religião afro-brasileira amplamente praticada – possui em seu núcleo a percussão transcendental africana. Esses ritmos vem sendo a tempos canalizados para a música popular da Bahia, dando um eufórico ponta-pé e uma identidade pesada para a maior parte desse som, desde o hip hop a electrônica.

Em 1950, o duo musical Dodô e Osmar fixou um alto-falante em um Ford modelo T, e transformou para sempre o carnaval de Salvador, com a primeira festa amplificada sobre rodas. Foi a chegada do soundsystem! Desde então o carnaval todo gira em torno do trio elétrico – mega estruturas potentes de som rolando pela cidade. Com sua própria tradição de sistemas de som, os artistas baianos de dub se conectam com influências jamaicanas, em ferquências compartilhadas.

Essa seleção representa novas aventuras da bass music baiana, a partir de artistas independentes que fazem de Salvador a capital da Bass Culture do Brasil.

Para dar continuidade a sua jornada entre os sons da Bahia, por favor, confira também a coletânea Bahia Music Export vol. 4 (2013), que acompanha este volume”.

Jody Gillett, 2013


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“Bahia is the state with the strongest African heritage in Brazil. Today’s Salvador is a capital of the Black Atlantic, a city that has more in common with New Orleans or Kingston than Brasilia. The history of cultural collision is played out in Bahia’s music at a profound level. Reggae, dub and hip hop have become central to Bahia’s sound and the links to global bass culture rest on deep connections.

Body-shaking bass beats run through Bahia’s DNA. Candomblé – the widely practiced Afro-Brazilian religion – has transcendental African percussion at its core. Those rhythms have long been channelled into popular music in Bahia and give a euphoric kick and heady identity to much of its sound, from hip hop to electro.

In 1950, musical duo Dodô and Osmar famously fixed a speaker to a Ford Model T and changed Salvador’s carnival forever with the first amplified party on wheels. Soundsystem had arrived! Ever since then carnival has been all about the trios elétricos - mega wattage stacks rolling through town. With their own soundsystem tradition, Bahian dub artists connect with Jamaican influences on a shared frequency.

This selection features new adventures in Bahian bass music by the dynamic independent artists making Salvador Brazil’s bass culture capital.

To continue your journey into the sounds of Bahia, please also check out the accompanying selection Bahia Music Export vol. 4 (2013)”.

Jody Gillett, 2013

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